quinta-feira, 4 de setembro de 2008

IBGE divulga estudo sobre economia da saúde

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje, 03 de setembro de 2008, diversas pesquisas sobre saúde. O estudo, que tem como tema “Economia da Saúde: uma Perspectiva Macroeconômica 2000 – 2005” trata dos “ recursos e usos da saúde brasileira” e é resultado de um trabalho conjunto do IBGE com o Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Um dos dados apresentados pelo IBGE é sobre a participação da economia brasileira nas atividades ligadas à saúde. Segundo o instituto, em 2005, as atividades ligadas à saúde no Brasil geraram R$ 97,3 bilhões, sendo a saúde pública responsável por 33,4% desse total.” Neste mesmo ano, a participação dessas atividades, no total produzido pela economia, foi de 5,3%. Apesar da aparente queda quando se compara com a participação de 5,7% em 2000, houve sucessivos crescimentos dessa taxa nos anos seguintes. Como mostram os dados do IBGE, em 2001, o crescimento foi de 4,1%, em 2002, de 1,8%; em 2003, de 0,9%; em 2004, de 3,0%; e finalmente em 2005, de 5,9%.

Quanto aos postos de trabalho, ainda em 2005, a saúde respondeu por 3,9 milhões deles, num total de 4,3% dos empregos do país.
O IBGE ainda diz que 60,2% dos gastos das famílias brasileiras foi com serviços de saúde, gastos médicos e medicamentos em geral. Isso representa
R$ 103,2 bilhões (4,8% do PIB).

Para saber mais detalhes sobre a pesquisa, acesse o site do IBGE

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