quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Violências contra mulheres
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Traficante quer se vingar da pessoa que lhe passou o vírus do HIV
Blog: O que aconteceu?
Diretor: Aranha apareceu e alegou ter sido contaminado pelo vírus HIV. Então ele afirmou que pretendia se vingar da pessoa soropositiva de quem havia contraído a doença.
Blog: Mas o que ele queria que vocês, do posto, fizessem?
Diretor: Ele exigiu os nomes dos moradores da comunidade que são portadores do vírus HIV, causador da Aids
O posto está fechado desde ontem, os funcionários foram deslocados para outras unidades e a comunidade está sendo atendida em outros postos de Bangu. Tentamos obter mais informações com a Secretaria Municipal da Saúde, mas o órgão não quis fornecer mais informações sobre o caso, afirmando ser uma "questão de segurança”.
OBS: Matéria antiga feita por todos do grupo.
A entrevista não é verdadeira e sim parte de um exercício de montagem de entrevista.
A matéria verdadeira segue abaixo.
Juarez Ribeiro da Silva, o Aranha, 28, é o chefe do tráfico de drogas na região da Vila Aliança, na zona oeste do Rio de Janeiro e pertence à facção criminosa “Terceiro Comando”. Segundo informações do jornal carioca "Extra", publicadas na Folha de S. Paulo, “Aranha alegou ter sido contaminado pelo vírus HIV e afirmou que pretendia se vingar da pessoa soropositiva de quem havia contraído a doença”. Ele foi ao posto de saúde municipal Doutor Sílvio Barboza, na unidade que fica dentro da favela, no bairro de Bangu e “exigiu do diretor da unidade os nomes dos moradores da comunidade que são portadores do vírus HIV, causador da Aids”. Apesar da Secretaria Municipal da Saúde dizer que “o posto está fechado desde ontem, os funcionários foram deslocados para outras unidades e a comunidade está sendo atendida em outros postos de Bangu”, não quis fornecer mais informações sobre o caso, afirmando ser uma "questão de segurança”.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Exército ocupa favelas no Rio de Janeiro a pedido do TSE




Fotos: Ernani Alves
A pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o exército ocupou as comunidades de Vila Aliança, em Bangu, e de Sapo, Coréia e Taquaral,
Cerca de dois mil homens da Brigada Pára-Quedista do Exército, sediada no Rio de Janeiro, foram mobilizados para essa operação que tem o intuito de inibir as ações dos traficantes, nas favelas do Rio de Janeiro. O objetivo do Exército é evitar que os traficantes permitam a campanha política somente de partidos e/ou políticos aliados a eles.
O comandante da Brigada Pára-Quedista do Exército e coordenador da operação, general Fernando Azevedo e Silva, afirmou que as tropas estão posicionadas em pontos estratégicos que foram determinados pelo TSE, a fim de viabilizar o trabalho dos fiscais de propaganda eleitoral.
No momento de chegada das tropas federais na favela da Coréia, fogos de artifícios foram lançados, mas, segundo o general Azevedo, estes não foram ateados por criminosos para alertar a comunidade da chegada da polícia, mas sim por militantes de partidos políticos que acompanhavam carreatas de candidatos dentro da favela.
Somente nas primeiras duas horas de ocupação na favela da Coréia os oficiais recolheram mais de quatro toneladas de material político que estavam fora das normas estipuladas pelo TSE.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
PF faz operação contra pornografia infantil em 17 Estados
Foram mobilizados 650 policiais para cumprir 113 mandatos de busca e apreensão. Segundo a PF, cada equipe contará com um perito criminal especialista em informática para que a análise inicial do computador ocorra ainda no local da busca.
De acordo com o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é crime apresentar, produzir, vender, fornecer, publicar ou divulgar fotografias ou imagens pornográficas ou que contenham cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes por qualquer meio de comunicação, inclusive a rede mundial de computadores. A lei prevê pena de até 6 anos de reclusão e multa.
A ação policial consistirá na apreensão de computadores, discos rígidos, pen drives, cartões de memória, CDs, DVDs e todo material que possa estar, direta ou indiretamente, associado à prática de pedofilia.
As investigações da primeira fase da Operação Carrossel, que aconteceu em dezembro de 2007, identificaram aproximadamente 200 pedófilos em mais de 70 países. A PF e a Interpol têm mantido contato com as autoridades desses países para ajudar na prisão dos criminosos.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Fernandinho Beira-Mar é julgado e condenado mais uma vez
Atualmente o criminoso está detido na Penitenciária Federal de Campo Grande,
Fernandinho Beira-Mar já foi julgado
Luiz Fernando da Costa nasceu na favela Beira-Mar em Duque de Caxias (RJ). Antes de completar 20 anos já estava envolvido com o tráfico de drogas na região e realizava alguns furtos, inclusive a depósitos de armas militares.
Foi julgado e condenado a dois anos de prisão por tráfico de armas. Cumpriu a pena, e ao sair da prisão voltou a morar na favela Beira-Mar, onde se tornou um dos comandantes do tráfico na região até ser considerado, anos depois, um dos maiores traficantes de armas e drogas da América Latina.
Sua fase áurea, se é que podemos dizer assim, foi entre os anos de 1990 e 1995, quando montou seu próprio esquema de distribuição de drogas e comandou o tráfico em diversos morros cariocas, entre eles: Borel, Rocinha, Chapéu Mangueira e Favela do Vidigal. Em 1996 foi preso pela segunda vez, mas não chegou a ficar nem um ano no presídio de Belo Horizonte. Agentes penitenciários foram acusados de facilitar sua fuga.
Suspeita-se que Beira-Mar já tenha morado no Paraguai, Uruguai, Bolívia e Colômbia, onde terai se aliado às FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Nesse período montou um grandioso esquema de lavagem de dinheiro no maior banco federal estatal do país. Anos depois, em 2001, foi capturado na Colômbia, pelo exército e agentes norte-americanos, e extraditado para o Brasil.
Preso em 2002 e enviado ao presídio de segurança máxima de Bangu I, foi apontado como o organizador uma rebelião meses depois com o objetivo de matar Ernaldo Pinto Medeiros, o Uê, e outras lideranças de uma facção criminosa rival.
Desde sua prisão, o traficante foi transferido diversas vezes de penitenciárias, primeiro por perder direito ao regime especial de prisão e depois por várias decisões judiciais. Beira-Mar é sempre mantido em total isolamento, por ser um criminoso de alta periculosidade.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Estudante foi vítima de violência sexual dentro da UFBA
Em depoimento à delegada Vânia Matos, a estudante contou que a tortura começou após ser abordada por um homem com uma arma, que pediu dinheiro e o celular. Como não tinha o aparelho e levava apenas 2 reais, o bandido começou a ficar nervoso. Tentando controlar a situação, ela sugeriu levá-lo até uma trilha pela qual ele pudesse fugir. Dois colegas ainda passaram pela moça, mas ela deu a entender que estava tudo bem. Porém, quando estavam no meio do matagal, o homem exigiu que ela tirasse a calcinha e fizesse sexo oral nele, como relatou a Folha Online.
A UFBA gasta cerca de 20% de seu orçamento, segundo o “Correio da Bahia”, com vigilantes, responsáveis por zelar pelo patrimônio mas não pelas pessoas que circulam lá dentro. Já foi sugerida a permanência de PMs dentro da universidade, o que não agradou aos estudantes e professores, como relata a Tribuna da Bahia. Para a comunidade acadêmica, a universidade deveria ter uma guarda própria, idéia desprezada pela reitoria até o momento. Enquanto isso, só neste ano, 74 ocorrências policiais já foram registradas.
Existem diversos graus de violência sexual, sendo que o mais grave deles é o estupro (quando há penetração sem o consentimento do parceiro). Outras formas de abuso sexual são denominadas de atentados violentos ao pudor. Todos eles são considerados crimes hediondos, que segundo o art. 224 do Código Penal, caracterizam-se por crimes cometidos mediante violência real.
Outros Casos
Não é a primeira vez que uma estudante é violentada dentro do campus de uma universidade. Porém, casos como esse, costumam ser abafados e não chegam ao conhecimento da sociedade, a não ser por boatos. Um caso que conseguiu ter grande repercussão na mídia foi o da série de ataques à mulheres no campus da Universidade de São Paulo (USP) em 2002. Outros dois casos foram há dois anos atrás, um na própria USP e outra na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, segundo dados da Folha Online.
Abadia deve ser extraditado em uma semana
O caso Abadía no Brasil parece estar próximo do fim. O secretário nacional da Justiça, Romeu Tuma Junior, pretende extraditar em até uma semana o narco-traficante colombiano para os Estados Unidos.A decisão favorável a extradição foi tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 13 de março e ontem, 19, após as finalizações de negociação entre o Ministério da Justiça e a Justiça dos Estados Unidos. Os documentos necessários foram encaminhados ao Palácio do Planalto. Agora só falta a assinatura do presidente Lula, para que Juan Carlos Ramírez Abadia seja finalmente extraditado.
Abadia é considerado o maior traficante ativo do mundo desde a morte do barão da droga Pablo Escobar, também colombiano, há 14 anos. O traficante está detido desde 11 de agosto de 2007 em Mato Grosso do Sul, e em abril de 2008 foi julgado pela Justiça brasileira por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, falsidade ideológica e corrupção ativa. Abadia foi condenado a 30 anos e 5 meses de prisão e uma multa de R$ 4,32 milhões.
Quando a extradição foi solicitada pelos Estados Unidos, em 18 de outubro de 2007, a Colômbia declarou que caso fosse aceita pelo Brasil não tornaria a fazer um pedido semelhante futuramente.
A extradição consiste na entrega de uma pessoa condenada por, ou suspeita de, infração criminal, a outro país, para que lá seja julgada e condenada segundo as leis daquele país. Para tal operação é necessário que os países possuam acordos entre si. No caso de Brasil e Estados Unidos o pedido de extradição deve ser feito pelo pais requerente em até 60 dias após a informação oficial de prisão de qualquer criminoso.